Seg - Sex - 09 às 17
O que a neurociência da performance revela sobre o cérebro do jogador — e por que isso importa para o desporto eletrônico brasileiro.
NEXSPEEL · Núcleos de Excelência — Atenta à crescente intersecção entre neurociência cognitiva, performance humana e desporto eletrônico, a Confederação Brasileira de Desporto Eletrônico (CBDEL) publica panorama institucional sobre o tema, em diálogo com a iniciativa pioneira da Universidade do Oeste Paulista que sedia o evento First Person Surgeons.
Por décadas, o debate público sobre os jogos eletrônicos esteve dominado por uma narrativa unilateral: a do risco. A neurociência contemporânea, contudo, conta uma história radicalmente mais sofisticada — e bem mais interessante. Há quase vinte anos, laboratórios de pesquisa ao redor do mundo vêm documentando, com rigor metodológico crescente, que a prática estruturada de jogos eletrônicos competitivos está associada a ganhos cognitivos mensuráveis, plasticidade neural mensurável por neuroimagem e estados psicofisiológicos de alto desempenho. É sobre essa fronteira científica que a CBDEL constrói uma das principais agendas técnicas do desporto eletrônico brasileiro.















